O vereador Dr. Milton Ferreira (PSD) participou da reunião ordinária no dia 27/10 como membro da Subcomissão da Saúde para acompanhamento da aplicação dos recursos financeiros advindos do SUS, Sistema Único da Saúde. Durante a Comissão foi discutido a Emenda 29 que se encontra no Senado Federal para aprovação.
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Vereador Participa do VI Congresso de Odontologia da Unicastelo
Diversos temas da atualidade odontológica foram apresentados uma vez que nem sempre são abordados na graduação e podem contribuir na carreira profissional e acrescentar no aprendizado do acadêmico.
Dessa forma, será possível oferecer uma odontologia com mais qualidade e bons resultados para a população e, ainda, aproximar o estudante de odontologia da entidade, ao mercado de trabalho.
"Este congresso tem uma importância fundamental na formação do acadêmico", ressaltou o vereador.
Dessa forma, será possível oferecer uma odontologia com mais qualidade e bons resultados para a população e, ainda, aproximar o estudante de odontologia da entidade, ao mercado de trabalho.
"Este congresso tem uma importância fundamental na formação do acadêmico", ressaltou o vereador.
Câmara destina R$ 20 milhões de seu orçamento à Saúde
A Câmara Municipal de São Paulo (CMSP) destinou à Secretaria de Saúde recursos da ordem de R$ 20 milhões que estavam previstos em seu Orçamento de 2011. A dotação orçamentária estava reservada para obras e reformas no Palácio Anchieta, sede da Legislativo paulistano, mas foi integralmente transferida à pasta da Saúde, por meio da Secretaria de Planejamento.
De acordo com o presidente da Casa, vereador José Police Neto, "os recursos serão usados integralmente para garantir agilidade no agendamento e realização de consultas, retornos, exames, entrega de resultados e cirurgias em programas como o Mãe Paulistana e Hospital Domiciliar, Ambulatórios Odontológicos e Prontos Socorros".
Na consulta pública "Você no Parlamento, realizada pela Câmara Municipal em parceria com a Rede Nossa São Paulo e o Ibope, a área da saúde foi apontada como prioritária pela população de São Paulo. "A área teve 75,24% de indicações dos mais de 33 mil participantes da consulta pública", lembrou Police Neto.
O montante de R$ 20 milhões da CMSP faz parte dos R$ 100 milhões previstos no Decreto nº 52.749, publicado no Diário Oficial desta quinta-feira, a título de crédito adicional suplementar para serviços municipais de saúde.
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Comissão do Idoso debate prioridades para Orçamento 2012
A Comissão do Idoso e de Assistência Social realizou uma reunião nesta terça-feira para debater as políticas públicas que devem ser priorizadas no Orçamento de 2012. Neste primeiro encontro, os idosos participantes apontaram temas variados, como saúde, transporte e mudanças que devem ser realizadas para melhorar a qualidade de vida.
Segundo o presidente da comissão, vereador Claudio Prado (PDT), "o que for possível fazer para aumentar o Orçamento com o objetivo de que as políticas públicas sejam coerentes e alcancem o maior número de idosos, será feito".
"Os debates são fundamentais porque qualificam tudo aquilo que discutimos até agora como, por exemplo, a necessidade de um acompanhante do idoso. Se resolvermos as questões prioritárias, São Paulo dará um salto na qualidade de defesa do idoso", afirmou Prado.
A reunião desta terça-feira utilizou como base as propostas do Orçamento de 2011. Entre as ações estavam a instalação em praças de equipamentos esportivos para pessoas idosas, academia da terceira idade, transporte de idoso sem mobilidade e serviço especial de assistência jurídica à população de baixa renda e aos idosos.
Em relação à saúde, o vereador Milton Ferreira (PSD) defendeu a necessidade de geriatras e gerontólogos nas unidades de saúde de cada subprefeitura.
A próxima reunião da comissão está marcada para terça-feira (1/11) e as prioridades para o Orçamento voltarão a ser discutidas por tema e por secretarias responsáveis.
"Existem muitas questões que precisam ser solucionadas, e o nosso objetivo é que o Orçamento do próximo ano seja muito melhor do que o de 2011 e ofereça um nível maior de proteção ao idoso", concluiu Cláudio Prado.
Em ato na Câmara, médicos pedem mais recursos ao SUS
A Câmara Municipal recebeu nesta terça-feira uma manifestação de médicos e dentistas contra a atual situação de financiamento do Sistema Único de Saúde (SUS). Cerca de 100 profissionais foram recebidos no plenário da Casa e denunciaram as deficiências no atendimento prestado pelo sistema em decorrência da falta de recursos.
O encontro desta terça-feira no Palácio Anchieta foi articulado pelos vereadores Gilberto Natalini (PV) e Jamil Murad (PCdoB), que são médicos e integram a mobilização em prol de mais financiamento ao SUS.
"Sem dinheiro, não tem como dar prosseguimento a essa conquista democrática que é o Sistema Único de Saúde", disse Jamil. "A Câmara estará sempre aberta para a saúde. Como médicos e vereadores, devemos fazer a nossa parte e buscar o nosso objetivo de ter um SUS eficiente", acrescentou Natalini.
O presidente da Câmara, vereador José Police Neto (PSD), também participou da recepção aos profissionais e manifestou a intenção da Casa de trabalhar "com muita propriedade nessa batalha nacional por um SUS mais forte, que contemple um atendimento justo à população".
O médico Florisval Meinão, da Associação Paulista de Medicina (APM), explicou que a intenção dessa mobilização pública da categoria é "denunciar à sociedade as condições de trabalho adversas do SUS". Segundo ele, o sistema conta com uma infraestrutura "muito pobre" e que o resultado "é o atendimento de qualidade duvidosa com prejuízo principalmente à população mais carente, que depende exclusivamente do SUS".
Para Renato Azevedo Júnior, presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), o Sistema Único de Saúde "é uma das maiores conquistas do povo brasileiro das últimas décadas, mas não é eficiente por falta de financiamento". "Os salários são baixos, a tabela do SUS é indecente, faltam condições de trabalho e não existe plano de carreira para os médicos", protestou.
O ato desta terça-feira em São Paulo faz parte de uma ação nacional organizada por várias entidades ligadas à área médica que inclui a suspensão dos atendimentos eletivos (consultas, exames e outros procedimentos) em vários Estados.
Saúde, educação e moradia são prioridades para Zona Leste
A Câmara Municipal de São Paulo realizou neste sábado a primeira audiência pública sobre a Proposta Orçamentária de 2012. O encontro reuniu mais de 200 pessoas da Zona Leste da Capital e os investimentos nas áreas de saúde, educação e moradia foram o foco das reivindicações da população local.
Para o próximo ano, estão previstos mais de R$ 370 milhões de investimentos para a Zona Leste, que serão divididos entre as 11 subprefeituras que representam a região. As regionais que receberão mais verbas são a de São Mateus (R$ 49.738.082) e Penha ( R$ 39.833.771).
O diretor de educação do Fórum para Desenvolvimento da Zona Leste, Valter de Almeida Costa, criticou a falta de investimento para educação. “Faltam vagas nas creches e também cursos técnicos para os jovens. É necessário que se construam mais instituições de ensino”, afirmou.
Segundo Costa, há certa apreensão dos moradores da região com os investimentos que estão chegando. “Estão construindo o Estádio do Corinthians (Itaquera) e muitos outros investimentos estão sendo realizados para o progresso na Zona Leste. No entanto, ficamos preocupados se não teremos que deixar nossas moradias. Precisamos pensar em um programa de habitação popular”, disse.
Em relação à saúde, a falta de médicos é o que mais preocupa os moradores daquela região. Para o padre Marcos Fernando, de Itaim Paulista, além disso faltam vagas para a realização de exames. “Precisamos de uma mudança em todo o Sistema Único de Saúde. Porque faltam medicamentos e médicos para nos atenderem”, reclamou.
A acessibilidade também é um problema na Zona Leste. O comerciante Jony Katsakis é cadeirante e fala da dificuldade que enfrenta no dia-a-dia. “Precisamos de ruas, calçadas e hospitais com acessibilidade. Faltam também ônibus com plataformas e escolas adequadas para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida”, reclamou.
O transporte e o desrespeito com a terceira idade foram motivos de queixas para os moradores. “O trânsito está péssimo e o transporte público é sucateado e lotado. E nós, idosos, ainda somos tratados com desrespeito”, afirmou a conselheira gestora do Grande Conselho Municipal do Idoso e moradora de Itaquera, Maria do Socorro Alves.
AUDIÊNCIAO encontro realizado neste sábado, em São Miguel, faz parte da série de 20 audiências públicas que a Câmara fará para definir o Orçamento Municipal de 2012. O objetivo é apresentar à população a proposta orçamentária para o próximo ano e ouvir sugestões para melhorias na cidade.
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Saúde, educação e moradia são prioridades para a Zona Leste
Para o próximo ano, estão previstos mais de R$ 370 milhões de investimentos para a Zona Leste, que serão divididos entre as 11 subprefeituras que representam a região. As regionais que receberão mais verbas são a de São Mateus (R$ 49.738.082) e Penha ( R$ 39.833.771).
O diretor de educação do Fórum para Desenvolvimento da Zona Leste, Valter de Almeida Costa, criticou a falta de investimento para educação. “Faltam vagas nas creches e também cursos técnicos para os jovens. É necessário que se construam mais instituições de ensino”, afirmou. Segundo Costa, há certa apreensão dos moradores da região com os investimentos que estão chegando. “Estão construindo o Estádio do Corinthians (Itaquera) e muitos outros investimentos estão sendo realizados para o progresso na Zona Leste. No entanto, ficamos preocupados se não teremos que deixar nossas moradias. Precisamos pensar em um programa de habitação popular”, disse.
Em relação à saúde, a falta de médicos é o que mais preocupa os moradores daquela região. Para o padre Marcos Fernando, de Itaim Paulista, além disso faltam vagas para a realização de exames. “Precisamos de uma mudança em todo o Sistema Único de Saúde. Porque faltam medicamentos e médicos para nos atenderem”, reclamou.
A acessibilidade também é um problema na Zona Leste. O comerciante Jony Katsakis é cadeirante e fala da dificuldade que enfrenta no dia-a-dia. “Precisamos de ruas, calçadas e hospitais com acessibilidade. Faltam também ônibus com plataformas e escolas adequadas para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida”, reclamou.
O transporte e o desrespeito com a terceira idade foram motivos de queixas para os moradores. “O trânsito está péssimo e o transporte público é sucateado e lotado. E nós, idosos, ainda somos tratados com desrespeito”, afirmou a conselheira gestora do Grande Conselho Municipal do Idoso e moradora de Itaquera, Maria do Socorro Alves.
O encontro realizado neste sábado, em São Miguel, faz parte da série de 20 audiências públicas que a Câmara fará para definir o Orçamento Municipal de 2012. O objetivo é apresentar à população a proposta orçamentária para o próximo ano e ouvir sugestões para melhorias na cidade.
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